POLÍTICAS INTERNAS#6
NOVAS DESILUSÕES GOVERNATIVAS
O governo que prometeu mundos e fundos, que despertou a esperança numa nação faminta de mudanças, é hoje o alvo-mor dos nossos descontentamentos.O governo do Engº Socrátes surgiu como que a dobrar o Cabo das Tormentas, e no entanto foi um ar que se lhe deu. As desilusões foram mais que muitas e o povo recorreu às urnas para mostrar o seu descontentamento votando na oposição directa, elegendo o PSD, e relançando a CDU.
Agora anunciam-se novas tempestades para 2006, aumento dos impostos, do preço dos combustíveis e do tabaco. O ano novo ainda não deu sinais de si e já espero pelo seu terminus. Vai aumentar o número de desemprego involuntário e muito provavelmente friccional.
Esperam-se medidas de um governo que só soube vender promessas a custos impensáveis. São necessárias medidas sociais que afectem os cidadãos mais do que os imigrantes, são necessárias medidas microeconómicas por parte da UE, senão arriscamo-nos, nós portugueses e europeus, a sermos uma minoria discriminada, face ao aumento de imigrantes.
O governo pretende facilitar o processo de legalização o que tornará Portugal um país bem mais inseguro (87% do crime é feito por imigrantes), e inadequado para os portugueses. Cada dia novos imigrantes cruzam as nossas fronteiras trazendo mão-de-obra barata, aumentando o desemprego de cidadãos nacionais, aumentando a incerteza, desfigurando a identidade nacional.
Depois oferece-se casas a estes imigrantes melhores do que aquelas em que os portugueses vivem. O mais certo é necessitarmos, dentro em breve, de medidas de apoio a portugueses, medidas sociais.
Venham de lá medidas concretas e coerentes. Venha de lá a promoção da indústria europeia e da cidadania própria.
João Baptista Ferreira Dias
