<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener("load", function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <iframe src="http://www.blogger.com/navbar.g?targetBlogID=15763565&amp;blogName=CoNotA%C3%A7%C3%95eS+InDePeNdEnTeS&amp;publishMode=PUBLISH_MODE_BLOGSPOT&amp;navbarType=TAN&amp;layoutType=CLASSIC&amp;searchRoot=http://imprensacritica.blogspot.com/search&amp;blogLocale=pt_PT&amp;homepageUrl=http://imprensacritica.blogspot.com/&amp;vt=3122828017307586616" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" frameborder="0" height="30px" width="100%" id="navbar-iframe" allowtransparency="true" title="Blogger Navigation and Search"></iframe> <div></div>

Sexta-feira, Outubro 21, 2005

DESPORTIVISMOS#12

O Porto - Inter

Adriaanse abriu os olhos e ainda bem para o Porto. Para quem dizia que não alterava o estilo de jogo em nenhuma circunstância, o holandês mudou rapidamente de ideias e lembrou-se de que "com equipas italianas não podemos jogar constantemente ao ataque". É muito bem dito. Nada melhor por isso de que apostar num 4x2x4. Não sei se estão a ver a ideia.

Chamou-se Pedro Emanuel e Pepe para o eixo de defesa (boa solução) e trancou-se as laterais com Marek Cech e o estúpido do Bosingwa. Sinceramente o Bosingwa é um jogador estúpido. Basta ser monobrow. Só um jogador assim se pode lembrar de fintar três italianos na zona defensiva, em vez de pontapear logo a bola para a frente. É o Bosingwa, pronto.

No meio campo, dois jogadores com fato-macaco - Lucho e Paulo Assunção para Cambiasso, Pizarro e Véron. Quaresma e Jorginho fechavam os flancos e reforçavam as laterais, impedindo o contra-golpe milanês por aqueles lados. Acho que isso chegou a acontecer cerca de uma vez durante o jogo todo.

Na frente, dois pontas de lança. Hugo Almeida e McCarthy foram de uma grande utilidade a moer a muralha adversária. Afinal, esta água mole fez dois furos na defesa do Inter. Sim, porque se o primeiro foi auto-golo, em muito se deveu à dupla de ponta de lanças que atrapallhou o filho de um antigo treinador do Sporting.

E sim, o Inter teve falta de sorte, a mesma que faltou ao FC Porto nos dois jogos anteriores. Pelo menos há duas ocasiões escandalosas em que os nerazzuri desperdiçam golos feitos. Uma por Figo (cabeçada ao poste) e outra por Cambiasso (canto e remate para fora com a baliza aberta).

Resta então dizer que o FC Porto teve uma vitória feliz e muito bem conseguida, perante um Inter muito perdulário. Co Adriaanse revolucionou, mudou, arriscou e deu-se bem.

Para finalizar, saliento a boa exibição de Cech (teve Figo pela frente e só o vi duas vezes), a excelente técnica de Paulo Assunção e a má actuação do árbitro (devia ter expulso Córdoba na primeira parte e Cruz na segunda).
|
Weblog Commenting and Trackback by HaloScan.com