DESPORTIVISMOS#12
O Porto - Inter
Adriaanse abriu os olhos e ainda bem para o Porto. Para quem dizia que não alterava o estilo de jogo em nenhuma circunstância, o holandês mudou rapidamente de ideias e lembrou-se de que "com equipas italianas não podemos jogar constantemente ao ataque". É muito bem dito. Nada melhor por isso de que apostar num 4x2x4. Não sei se estão a ver a ideia.
Chamou-se Pedro Emanuel e Pepe para o eixo de defesa (boa solução) e trancou-se as laterais com Marek Cech e o estúpido do Bosingwa. Sinceramente o Bosingwa é um jogador estúpido. Basta ser monobrow. Só um jogador assim se pode lembrar de fintar três italianos na zona defensiva, em vez de pontapear logo a bola para a frente. É o Bosingwa, pronto.
No meio campo, dois jogadores com fato-macaco - Lucho e Paulo Assunção para Cambiasso, Pizarro e Véron. Quaresma e Jorginho fechavam os flancos e reforçavam as laterais, impedindo o contra-golpe milanês por aqueles lados. Acho que isso chegou a acontecer cerca de uma vez durante o jogo todo.
Na frente, dois pontas de lança. Hugo Almeida e McCarthy foram de uma grande utilidade a moer a muralha adversária. Afinal, esta água mole fez dois furos na defesa do Inter. Sim, porque se o primeiro foi auto-golo, em muito se deveu à dupla de ponta de lanças que atrapallhou o filho de um antigo treinador do Sporting.
E sim, o Inter teve falta de sorte, a mesma que faltou ao FC Porto nos dois jogos anteriores. Pelo menos há duas ocasiões escandalosas em que os nerazzuri desperdiçam golos feitos. Uma por Figo (cabeçada ao poste) e outra por Cambiasso (canto e remate para fora com a baliza aberta).
Resta então dizer que o FC Porto teve uma vitória feliz e muito bem conseguida, perante um Inter muito perdulário. Co Adriaanse revolucionou, mudou, arriscou e deu-se bem.
Para finalizar, saliento a boa exibição de Cech (teve Figo pela frente e só o vi duas vezes), a excelente técnica de Paulo Assunção e a má actuação do árbitro (devia ter expulso Córdoba na primeira parte e Cruz na segunda).
Adriaanse abriu os olhos e ainda bem para o Porto. Para quem dizia que não alterava o estilo de jogo em nenhuma circunstância, o holandês mudou rapidamente de ideias e lembrou-se de que "com equipas italianas não podemos jogar constantemente ao ataque". É muito bem dito. Nada melhor por isso de que apostar num 4x2x4. Não sei se estão a ver a ideia.
Chamou-se Pedro Emanuel e Pepe para o eixo de defesa (boa solução) e trancou-se as laterais com Marek Cech e o estúpido do Bosingwa. Sinceramente o Bosingwa é um jogador estúpido. Basta ser monobrow. Só um jogador assim se pode lembrar de fintar três italianos na zona defensiva, em vez de pontapear logo a bola para a frente. É o Bosingwa, pronto.
No meio campo, dois jogadores com fato-macaco - Lucho e Paulo Assunção para Cambiasso, Pizarro e Véron. Quaresma e Jorginho fechavam os flancos e reforçavam as laterais, impedindo o contra-golpe milanês por aqueles lados. Acho que isso chegou a acontecer cerca de uma vez durante o jogo todo.
Na frente, dois pontas de lança. Hugo Almeida e McCarthy foram de uma grande utilidade a moer a muralha adversária. Afinal, esta água mole fez dois furos na defesa do Inter. Sim, porque se o primeiro foi auto-golo, em muito se deveu à dupla de ponta de lanças que atrapallhou o filho de um antigo treinador do Sporting.
E sim, o Inter teve falta de sorte, a mesma que faltou ao FC Porto nos dois jogos anteriores. Pelo menos há duas ocasiões escandalosas em que os nerazzuri desperdiçam golos feitos. Uma por Figo (cabeçada ao poste) e outra por Cambiasso (canto e remate para fora com a baliza aberta).
Resta então dizer que o FC Porto teve uma vitória feliz e muito bem conseguida, perante um Inter muito perdulário. Co Adriaanse revolucionou, mudou, arriscou e deu-se bem.
Para finalizar, saliento a boa exibição de Cech (teve Figo pela frente e só o vi duas vezes), a excelente técnica de Paulo Assunção e a má actuação do árbitro (devia ter expulso Córdoba na primeira parte e Cruz na segunda).
